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22/12/2014
 
Matéria

- Prótese Dental
Novos materiais dão qualidade às próteses

teste

O mais relevante, no aspecto clínico, é o que se refere à mastigação, função primordial dos dentes

Atualmente, o mundo valoriza cada vez mais a boa aparência e são muitas as orientações sobre mecanismos de prevenção a doenças. A saúde bucal não fica atrás e hoje qualquer imperfeição ou defeito nos dentes podem ser corrigidos pela odontologia com a aplicação de próteses de diversos tipos e estilos. "As expectativas do paciente e a autoimagem estão forçando a melhora dos padrões em reabilitações com próteses fixas, exigindo do profissional crescente aprimoramento na confecção de restaurações semelhantes aos dentes naturais", atesta o especialista em próteses e implantes, o odontologista Alexandre Brait Landulpho. Deve-se, segundo ele, levar em consideração o fator emocional do paciente quanto a possíveis deficiências no sorriso ou desconforto funcional.

De acordo com Alexandre, nessa disciplina da odontologia, na qual a prótese dentária se prende a regras e a técnicas, o mais relevante, no aspecto clínico, é o que tange à mastigação propriamente dita, função primordial dos dentes. "Somado a todos esses aspectos, hoje em dia a falta de dentes torna-se também um problema de ordem social, que dificulta as relações na idade produtiva de um cidadão", destaca. Segundo ele, quando se percebe algum esquema de desarmonia ou desarranjo visual no sorriso, reage-se para uma interação quanto à forma, luminosidade e contorno anatômico dos dentes. Em todos os campos da arte, o artista recorre ao senso de observador por meio de um esforço consciente e calculado usando princípios e técnicas. "Da mesma forma, em odontologia estética reabilitadora, o profissional e sua equipe devem ir além do enfoque intuitivo e usar princípios fundamentais para ajudar a conseguir um sorriso agradável e próximo do natural", explica o especialista, fazendo a analogia de que pensar que apenas uma predisposição artística é necessária na odontologia protética é um conceito errado; como em qualquer outra disciplina, o conhecimento de certos princípios é mais importante do que somente a intuição.

Anos de estudo

Ao longo dos anos, o tratamento odontológico reabilitador tem buscado obter melhores soluções protéticas com a utilização de materiais restauradores que apresentem propriedades adequadas quanto à resistência, compatibilidade biológica e estética. Como consequência, a odontologia protética passou por uma revolução tecnológica que possibilitou aos cirurgiões-dentistas opções restauradoras de alta eficiência, sob o ponto de vista biológico, funcional e estético.

Nesse sentido, desde sua introdução na odontologia, as cerâmicas têm merecido especial atenção e destaque, uma vez que dificilmente outro material consegue reproduzir a beleza e a naturalidade dos dentes, além de apresentarem características excelentes, tais como: translucidez, resistência e biocompatibilidade. "Essas propriedades extremamente desejáveis as tornam substitutas eletivas nas reabilitações protéticas fixas", diz. A cerâmica odontológica, também denominada porcelana, é conhecida por ser um material de aparência semelhante ao dente natural, devido a sua adequada propriedade óptica e durabilidade. Essa condição motivou os pesquisadores a modificar a composição da cerâmica, com o propósito de desenvolver um material considerado ideal. No entanto, a avaliação da cerâmica dental requer investigações sobre os diferentes aspectos que determinam o êxito da restauração, envolvendo os fatores resistência quanto ao desgaste, resistência à fratura, biocompatibilidade, durabilidade e estética.

Melhor qualidade

Inicialmente, o grande salto de qualidade daqueles materiais aconteceu com o desenvolvimento das próteses metalocerâmicas na década de 50: "Isso aliou as propriedades das ligas metálicas com as das cerâmicas, conferindo a essas próteses excelente qualidade quanto à resistência mecânica e estética e que ainda continuam trazendo ótimos resultados aos pacientes".

De 1956 até 1980, as próteses parciais fixas metalocerâmicas foram praticamente a única forma de utilizar as cerâmicas odontológicas. Entretanto, a partir da década de 80, observou-se uma intensa busca pela melhoria da estética com a eliminação da estrutura metálica das reabilitações. Segundo o odontologista, procurou-se mecanismos de reforço às cerâmicas que diminuíssem sua fragilidade. "Nesse sentido, sem dúvida, o mecanismo mais importante foi o desenvolvimento das estruturas cerâmicas de alta resistência que dispensaram a estrutura de metal e proporcionaram uma confiável melhoria nas propriedades ópticas e mecânicas", argumenta. Assim, surgiram novas cerâmicas que sofreram modificações estruturais com a finalidade de torná-las mais resistentes, possibilitando a sua indicação nas reabilitações protéticas mais extensas.

Recentemente, inovações tecnológicas colocaram as cerâmicas odontológicas como materiais de vanguarda. Os procedimentos laboratoriais de fabricação dividem-se em cinco categorias: cerâmicas feldspáticas tradicionais, fundidas, prensadas, infiltradas e computadorizadas. As computadorizadas não requerem, conforme explica o especialista, mais um modo estritamente artesanal para sua confecção: "Sua fabricação se dá a partir de blocos cerâmicos usinados por meio de um sistema computadorizado, figurando hoje como a solução protética mais viável no quesito estética e funcionalidade, quando da sua indicação precisa".

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

O mais relevante, no aspecto clínico, é o que se refere à mastigação, função primordial dos dentes

Atualmente, o mundo valoriza cada vez mais a boa aparência e são muitas as orientações sobre mecanismos de prevenção a doenças. A saúde bucal não fica atrás e hoje qualquer imperfeição ou defeito nos dentes podem ser corrigidos pela odontologia com a aplicação de próteses de diversos tipos e estilos. "As expectativas do paciente e a autoimagem estão forçando a melhora dos padrões em reabilitações com próteses fixas, exigindo do profissional crescente aprimoramento na confecção de restaurações semelhantes aos dentes naturais", atesta o especialista em próteses e implantes, o odontologista Alexandre Brait Landulpho. Deve-se, segundo ele, levar em consideração o fator emocional do paciente quanto a possíveis deficiências no sorriso ou desconforto funcional.

De acordo com Alexandre, nessa disciplina da odontologia, na qual a prótese dentária se prende a regras e a técnicas, o mais relevante, no aspecto clínico, é o que tange à mastigação propriamente dita, função primordial dos dentes. "Somado a todos esses aspectos, hoje em dia a falta de dentes torna-se também um problema de ordem social, que dificulta as relações na idade produtiva de um cidadão", destaca. Segundo ele, quando se percebe algum esquema de desarmonia ou desarranjo visual no sorriso, reage-se para uma interação quanto à forma, luminosidade e contorno anatômico dos dentes. Em todos os campos da arte, o artista recorre ao senso de observador por meio de um esforço consciente e calculado usando princípios e técnicas. "Da mesma forma, em odontologia estética reabilitadora, o profissional e sua equipe devem ir além do enfoque intuitivo e usar princípios fundamentais para ajudar a conseguir um sorriso agradável e próximo do natural", explica o especialista, fazendo a analogia de que pensar que apenas uma predisposição artística é necessária na odontologia protética é um conceito errado; como em qualquer outra disciplina, o conhecimento de certos princípios é mais importante do que somente a intuição.

Anos de estudo

Ao longo dos anos, o tratamento odontológico reabilitador tem buscado obter melhores soluções protéticas com a utilização de materiais restauradores que apresentem propriedades adequadas quanto à resistência, compatibilidade biológica e estética. Como consequência, a odontologia protética passou por uma revolução tecnológica que possibilitou aos cirurgiões-dentistas opções restauradoras de alta eficiência, sob o ponto de vista biológico, funcional e estético.

Nesse sentido, desde sua introdução na odontologia, as cerâmicas têm merecido especial atenção e destaque, uma vez que dificilmente outro material consegue reproduzir a beleza e a naturalidade dos dentes, além de apresentarem características excelentes, tais como: translucidez, resistência e biocompatibilidade. "Essas propriedades extremamente desejáveis as tornam substitutas eletivas nas reabilitações protéticas fixas", diz. A cerâmica odontológica, também denominada porcelana, é conhecida por ser um material de aparência semelhante ao dente natural, devido a sua adequada propriedade óptica e durabilidade. Essa condição motivou os pesquisadores a modificar a composição da cerâmica, com o propósito de desenvolver um material considerado ideal. No entanto, a avaliação da cerâmica dental requer investigações sobre os diferentes aspectos que determinam o êxito da restauração, envolvendo os fatores resistência quanto ao desgaste, resistência à fratura, biocompatibilidade, durabilidade e estética.

Melhor qualidade

Inicialmente, o grande salto de qualidade daqueles materiais aconteceu com o desenvolvimento das próteses metalocerâmicas na década de 50: "Isso aliou as propriedades das ligas metálicas com as das cerâmicas, conferindo a essas próteses excelente qualidade quanto à resistência mecânica e estética e que ainda continuam trazendo ótimos resultados aos pacientes".

De 1956 até 1980, as próteses parciais fixas metalocerâmicas foram praticamente a única forma de utilizar as cerâmicas odontológicas. Entretanto, a partir da década de 80, observou-se uma intensa busca pela melhoria da estética com a eliminação da estrutura metálica das reabilitações. Segundo o odontologista, procurou-se mecanismos de reforço às cerâmicas que diminuíssem sua fragilidade. "Nesse sentido, sem dúvida, o mecanismo mais importante foi o desenvolvimento das estruturas cerâmicas de alta resistência que dispensaram a estrutura de metal e proporcionaram uma confiável melhoria nas propriedades ópticas e mecânicas", argumenta. Assim, surgiram novas cerâmicas que sofreram modificações estruturais com a finalidade de torná-las mais resistentes, possibilitando a sua indicação nas reabilitações protéticas mais extensas.

Recentemente, inovações tecnológicas colocaram as cerâmicas odontológicas como materiais de vanguarda. Os procedimentos laboratoriais de fabricação dividem-se em cinco categorias: cerâmicas feldspáticas tradicionais, fundidas, prensadas, infiltradas e computadorizadas. As computadorizadas não requerem, conforme explica o especialista, mais um modo estritamente artesanal para sua confecção: "Sua fabricação se dá a partir de blocos cerâmicos usinados por meio de um sistema computadorizado, figurando hoje como a solução protética mais viável no quesito estética e funcionalidade, quando da sua indicação precisa".

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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